quarta-feira, 23 de junho de 2010

PARABÉNS Dom Orani João Tempesta



(Monge da Ordem Cisterciense, atual Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro)
"Quero desejar ao Dom Orani, nesses 60 anos de vida, que ele seja esse homem forte de Deus que busca constantemente, o Senhor. Deus o abençoe e que lhe conceda a graça de ser, o que és sempre." Um abraço.

A História
"Esse vai ser HOMEM, e vai ser FORTE" conversa entre duas comadres no ano de 1950.
Dom Orani João Tempesta, nasceu em São José do Rio Pardo, no dia 23 de junho, seu pai Acchiles e sua mãe Maria de Oliveira Tempesta puderam acompanhar o crescimento "em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens", do pequeno Orani. Ingressou na Ordem Cisterciense, no Mosteiro de Nossa Senhora de São Bernardo, no dia 20 de janeiro de 1968, iniciando seu noviciado no dia 1º de fevereiro de 1968, tendo emitido seus primeiros votos no dia 2 de fevereiro de 1969.
Realizou seus estudos eclesiásticos em São Paulo, na Faculdade de Filosofia no Mosteiro de São Bento, de 1969 a 1970, e no Instituto Teológico Pio XI, dos religiosos salesianos.No dia 2 de fevereiro de 1972 fez sua profissão solene na ordem. Sua ordenação presbiteral foi em 7 de dezembro de 1974, aos 24 anos, pelas mãos de Dom Tomás Vaquero, na Matriz de São Roque, em São José do Rio Pardo.
Dom Orani foi vice-prior do Mosteiro de Nossa Senhora de São Bernardo no período de 1974 a 1984, quando foi nomeado prior pelo Capítulo da Congregação em Roma, tendo permanecido até sua elevação a abade, em 1996.
No dia 26 de fevereiro de 1997 o Papa João Paulo II o designou para ser o terceiro bispo de São José do Rio Preto.
Foi ordenado bispo no dia 25 de abril de 1997, aos 46 anos, pelas mãos de Dom José de Aquino Pereira, Dom Dadeus Grings e Dom Luís Gonzaga Bergonzini.
Foi administrador apostólico da abadia territorial de Claraval (Minas Gerais) no período de 24 de março de 1999 a 11 de dezembro de 2002.
Dom Orani João Tempesta foi o terceiro bispo de São José do Rio Preto, sucedendo a Dom José de Aquino Pereira e sendo sucedido por Dom Paulo Mendes Peixoto.
No dia 13 de outubro de 2004, foi nomeado Arcebispo de Belém, no Estado do Pará,Brasil, onde tomou posse solenemente durante missa campal em frente à Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Graça, situada à Praça Frei Caetano Brandão no dia 8 de dezembro de 2004, na Solenidade da Imaculada Conceição.
Dom Orani recebeu o pálio, como Arcebispo Metropolitano de Belém do Pará, das mãos do Papa Bento XVI, no dia 29 de junho de 2005.
Participou da Conferência de Aparecida em 2007, como membro delegado pela CNBB.
Dom Orani João Tempesta foi o nono Arcebispo de Belém, sucedendo a Dom Vicente Joaquim Zico, CM, e sendo sucedido por Dom Alberto Taveira Corrêa, nomeado em 30 de dezembro de 2009 e empossado no dia 25 de março de 2010.


No dia 27 de fevereiro de 2009, o Papa Bento XVI nomeou Dom Orani Arcebispo do Rio de Janeiro. Sua posse foi no dia 19 de abril de 2009, na Catedral de São Sebastião. Dom Orani recebeu o pálio, como Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro, das mãos do Papa Bento XVI, no dia 29 de junho de 2009.


Frase de Dom Orani "Vou para o Rio, mas levo comigo Belém, o Pará, o calor desse Estado e a simpatia desse povo.", "Dentro de mim há uma dor muito grande, pois eu amo aquilo que faço."

Que Deus ilumine os seus passos, sempre!
Paz E Bem!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

“Um amor mais forte que tudo, mais obstinado que tudo, mais duradouro que tudo, é o amor de mãe”


Decidi postar hoje uma historia surpreendente de amor!

Há alguns anos, em um dia quente de verão, um pequeno menino decidiu ir nadar no lago que havia atrás de sua casa.
Na pressa de mergulhar na água fresca, foi correndo e deixando para trás os sapatos, as meias e a camisa. Voou para a água, não percebendo que enquanto nadava para o meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água.
Sua mãe, em casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam cada vez mais perto um do outro. Com um medo absoluto, correu para o lago, gritando para seu filho o mais alto quanto conseguia.
Ouvindo sua voz, o pequeno se alarmou, deu um giro e começou a nadar de volta ao encontro de sua mãe. Mas era tarde.
Assim que a alcançou, o jacaré também o alcançou.
A mãe agarrou seu menino pelos braços enquanto o jacaré agarrou seus pés.
Começou um cabo-de-guerra incrível, entre os dois.
O jacaré era muito mais forte do que a mãe, mas a mãe era por demais apaixonada para deixá-lo ir.
Um fazendeiro, que passava por perto, ouviu os gritos, pegou uma arma e disparou no jacaré.
De forma impressionante, após semanas e semanas no hospital, o pequeno menino sobreviveu.
Seus pés extremamente machucados pelo ataque do animal, e, em seus braços, os riscos profundos onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas no esforço sobre o filho que ela amava.
Um repórter de jornal que entrevistou o menino após o trauma, perguntou-lhe se podia mostrar suas cicatrizes.
O menino levantou seus pés.
E então, com óbvio orgulho, disse ao repórter:
- Mas olhe em meus braços. Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços também. Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir.